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Um debate sobre a veracidade das notícias se intensificou nas últimas semanas. Discute-se inclusive uma possível influência de notícias falsas, difundidas pela internet, nos resultados da eleição presidencial americana.

Algumas destas notícias tiveram um alto grau de engajamento (compartilhamentos, comentários e reações). Por exemplo, a notícia “Papa Francisco choca o mundo e apoia Donald Trump para presidente” teve 960 mil engajamentos e a “Wikileaks confirma que Hillary vendeu armas para o Estado Islâmico” teve 789 mil.

Em consequência disto, o Facebook anunciou no último dia 15 que está implementando novas ferramentas para evitar a proliferação deste tipo de informação. Com elas, ficará mais fácil para o usuário reportar notícias falsas. Além disto, foram feitas parcerias com organizações, independentes da rede social, que podem verificar a veracidade dos artigos e indicar quando são falsos.

A seguir, algumas telas demonstrando como este processo funcionará. Note que o post de notícia falsa ficará com uma indicação de conteúdo duvidoso.

 

Recurso para bloqueio de notícias falsas no Facebook: "O que você gostaria de fazer? (a) Marcar este post como notícia falsa, (b) Enviar mensagem para o autor do post, (c) Bloquear o autor do post"

Recurso para bloqueio de notícias falsas no Facebook: “O que você gostaria de fazer? (a) Marcar este post como notícia falsa, (b) Enviar mensagem para o autor do post, (c) Bloquear o autor do post”

 

Aviso de conteúdo duvidoso no Facebook antes de uma ação de compartilhamento

Aviso de conteúdo duvidoso no Facebook antes de uma ação de compartilhamento

 

Indicação de notícia falsa no Facebook feita por organização independente para checar veracidade

Indicação de notícia falsa no Facebook feita por organização independente para checar veracidade

 

Fonte: Statista / The New York Times

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