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A dinâmica de lançamento de músicas mudou. Antes, a gravadora lançava um single e as rádios incluíam a música na sua playlist. Quando a música chegava ao fim do seu ciclo de popularidade inicial, a gravadora lançava um novo single e o processo de repetia. Era a lógica da “música de trabalho”.

Os serviços de streaming de música on-demand mudaram esta dinâmica. Agora, os artistas lançam um álbum inteiro, de uma só vez, ou múltiplas músicas em um curto espaço de tempo.

O alto volume de lançamentos, nestas curtas janelas de tempo, cria uma dificuldade para as rádios: poder acomodar as músicas em sua playlist e atender às expectativas dos seus ouvintes.

Para entender melhor este novo cenário, a Bridge Ratings fez uma pesquisa (no mercado americano) comparando as preferências dos ouvintes de rádios musicais populares com os usuários de serviços de música on-demand como Spotify, YouTube e Apple Music.

Os resultados, apresentados nos gráficos abaixo, não são exatamente uma surpresa. O gráfico dos pontos fracos do rádio mostra que a variedade de músicas disponíveis nos serviços por streaming é o maior desafio para o rádio. Porém, curadoria, prestação de serviços, informações locais e programação produzida por pessoas (percepção de proximidade e companheirismo) são os pontos fortes que o rádio pode explorar como estratégia.

 

 

 

 

Fonte: Bridge Ratings

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