O "Em Dia com o Direito" tem como o objetivo contribuir para o fortalecimento da cultura constitucional, para que os valores constitucionais sejam melhor compreendidos e assimilados pela população. Além disso, trará informações sobre os direitos e deveres do cidadão, e assuntos da área jurídica que permeiam o dia a dia da sociedade. O Programa é transmitido pela Rádio USP (93,7 FM São Paulo e 107,9 FM Ribeirão Preto) às quinta-feira, às 10h40.
Episódio 11-03-2026
Em Dia com o Direito #93: TCU e o Controle dos Recursos Públicos
O Em Dia com o Direito desta semana discute o papel do Tribunal de Contas da União (TCU) e conta com as explicações do advogado especialista Pedro José de Araújo Neto. Ele esclarece que o TCU não integra o Poder Judiciário, mas sim atua como um órgão autônomo e independente que auxilia o Congresso Nacional no controle externo e na fiscalização da aplicação dos recursos públicos federais. Araújo Neto detalha três funções centrais do Tribunal: a fiscalizadora, com a realização de auditorias e o acompanhamento de licitações, contratos e políticas públicas; a judicante (no âmbito administrativo), responsável pelo julgamento de contas de administradores e pela aplicação de sanções, como multas e proibições de contratos; e a consultiva, voltada à orientação de autoridades competentes sobre as normas de gestão de recursos. Além disso, o advogado ressalta a importância do controle social. Qualquer cidadão, partido ou associação pode denunciar irregularidades, fraudes e superfaturamentos diretamente ao TCU, podendo utilizar o portal online com a garantia de sigilo de identidade. Por fim, conclui-se que o órgão é essencial para promover a transparência, a legalidade e a eficiência, fortalecendo a democracia brasileira.
Boletim semanal de 30 minutos que leva ao ar entrevistas sobre música, shows, teatro, além de dicas culturais.
Episódio 11-03-2026
De Papo Pro Ar #222: Jerry Espíndola lança seu novo álbum “40 Tons”
Um dos pilares da música sul-mato-grossense, Jerry Espíndola é o convidado do podcast De Papo Pro Ar. Ele fala sobre o lançamento do seu novo álbum 40 Tons, que está disponível desde 27 de fevereiro em todas as plataformas digitais. Com o selo Orum Sounds, o disco celebra seus 43 anos de carreira, reunindo canções inéditas e grandes parcerias. O disco traz a marca da experimentação que acompanha o músico desde os anos 1980. Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa De Papo Pro Ar, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido no dia 6 de março de 2026. De Papo Pro Ar é transmitido sempre às sextas-feiras, depois das 18 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às quartas-feiras ele é publicado em formato de podcast no Jornal da USP. O programa é produzido e apresentado pelo radialista Cido Tavares. As edições anteriores de De Papo Pro Ar estão disponíveis neste link.
Dedicado à divulgação da obra do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), o programa Manhã com Bach apresenta na íntegra, precedidas por breves comentários, músicas nos vários gêneros, estilos e instrumentos a que Bach se dedicou, como cantatas e concertos para órgão, cravo, violino e flauta, entre outros.
Episódio 09-03-2026
Manhã com Bach #304: Johann Sebastian Bach completa 341 anos neste mês
Johann Sebastian Bach completa 341 anos no próximo dia 21. Ele nasceu em 21 de março de 1685, em Eisenach, na Turíngia, no leste alemão. Como acontece tradicionalmente, essa data será comemorada ao longo deste mês em Manhã com Bach. Em quatro edições, o programa apresentará músicas de Bach acompanhadas de informações sobre sua vida e obra, extraídas de um clássico da bibliografia sobre o compositor, o livro Jean-Sebastien Bach, do musicólogo francês Robert Pitrou (1879-1963), publicado em 1941, em Paris, na França, pelas Éditions Albin Michel. Neste primeiro programa da série, o destaque são a família Bach - fundada por Veit Bach, nascido entre 1550 e 1560, que Pitrou chama de "moleiro amante da música" - e os anos de formação de Bach, que foi iniciado no violino pelo pai, Johann Ambrosius Bach, e no órgão pelo primo Johann Christoph Bach, o maior Bach antes de Johann Sebastian. Nesse período, Bach também recebeu forte influência de compositores do norte do território alemão, como Dieterich Buxtehude, George Böhm e Johann Adam Reincke. As músicas ouvidas nesta edição são dessa fase da vida de Bach, quando o compositor tinha entre 18 e 22 anos de idade: o Prelúdio e Fuga em Mi Maior (BWV 566), a Fuga em Sol Menor (BWV 578), a Fantasia em Dó Maior (BWV 570) - todas para órgão - e a cantata Gott ist mein König, "Deus é o meu rei" (BWV 71). Ouça o podcast no link acima. Este podcast reproduz o programa Manhã com Bach, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 7 e 8 de março de 2026. Dedicado à divulgação da música do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), Manhã com Bach vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 9 horas, com reapresentação no domingo, também às 9 horas, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. As edições anteriores do podcast Manhã com Bach estão disponíveis neste link.
Um podcast que fala sobre os problemas enfrentados pela sociedade e as soluções apresentadas através estudos realizados na Universidade de São Paulo, em especial da área de humanas
Episódio 09-03-2026
Sociedade em Foco #265: Prevenção de chuvas e desastres no Brasil: como as políticas públicas podem amenizar o problema
As últimas semanas têm sido marcadas por inúmeros incidentes envolvendo fortes chuvas torrenciais que acabam em desastres para a população brasileira. Em Minas Gerais, por exemplo, nas cidades de Ubá e Juiz de Fora foram confirmadas 72 mortes e nessa mesma região cerca de 8.500 pessoas estão desabrigadas. José Luiz Portella, mestre e doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, disserta sobre a problemática. “Nesses últimos incidentes, ocorridos em Minas Gerais, apareceram os números que o governador Romeu Zema, de Minas Gerais, não havia utilizado quase nenhum dos recursos para a prevenção. Isso não é nada novo, já aconteceu no Rio, em São Paulo e em outros lugares do Brasil, com vários atores como protagonistas, não são só os governadores, mas toda uma cadeia de indivíduos.” “Não é uma falha de um momento, é um problema constante do País e que precisa ser solucionado. O cerne das políticas públicas é a prevenção, só que a prevenção não é uma marca do Brasil. O ideal é realizar um planejamento prévio, durante o ano todo, antes de começar o período de chuvas e não após os desastres acontecerem.” Portella, por fim, também chama atenção para a intensificação das mudanças climáticas e como isso pode complicar ainda mais a situação. “Essas mudanças não acontecem só de uma maneira mais dura, mais pesada no seu período de atuação, como às vezes acontecem fora do período agora. Então todos nós devemos estar mais atentos.”
Espaço destinado aos novos mestres e doutores da USP para falar sobre suas pesquisas e inovações, num bate-papo informal e descontraído.
Episódio 05-03-2026
Efluente tratado de laticínio é eficaz na irrigação de pimenta Maria Bonita
Na edição desta quinta-feira, 5 de março, do podcast Os Novos Cientistas, recebemos a engenheira agrônoma Juliana de Fátima Vizú, que defendeu um estudo de doutorado em que comprova a eficiência da irrigação em plantas de pimenta da espécie Maria Bonita com efluente tratado de laticínio em sucessão à adubação verde. A pimenta Maria Bonita, do gênero Capsicum chinense tem pouca ardência e surge por meio de pesquisas conduzidas na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), em Araras, pelo grupo de pesquisa GeHort, liderado pelo pesquisador Fernando Sala. "Eles contam com um vasto banco de sementes de pimentas e após anos de pesquisas caracterizando essas plantas e realizando o cruzamento com a pimenta Biquinho, chegaram à espécie Maria Bonita", descreveu a pesquisadora. Os estudos da engenheira agrônoma resultaram no doutorado intitulado Cultivo protegido da pimenta 'Maria Bonita' irrigada com efluente tratado de laticínio, em sucessão à adubação verde, defendido na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, sob a orientação do professor Fabricio Rossi. "A pimenta Maria Bonita é uma espécie híbrida, ou seja, resulta do cruzamento de duas linhagens do qual produz uma semente que, quando plantada, vai dar origem a uma planta com características de fruto superiores à da pimenta Biquinho", explicou Juliana, destacando que a produção é praticamente o dobro, em relação à Biquinho. "Isso reflete em ganho para o produtor e rapidez no início da colheita, com frutos maiores de coloração vermelha intensa, frutos mais uniformes, lisos e com formato de coração." O estudo foi conduzido em duas etapas principais. Inicialmente, diferentes espécies de adubos verdes foram cultivadas em ambiente protegido e manejadas, mantendo-se sua biomassa sobre o solo como cobertura em sistema antecessor ao cultivo da Maria Bonita. Posteriormente, a pimenta foi implantada sobre essa cobertura vegetal, avaliando-se seu desenvolvimento e produção em sucessão à adubação verde, com irrigação por efluente tratado de laticínios. Os resultados indicaram maior produção em número e massa de frutos comerciais em comparação à água convencional. O efluente supriu 100% da demanda de nitrogênio das plantas, reduzindo o uso de fertilizantes químicos. Os adubos verdes também contribuíram para melhorias nas características do solo, como redução da acidez, aumento do pH e incremento da matéria orgânica. Além disso, observaram-se melhorias na qualidade dos frutos e manutenção da qualidade química do solo, indicando potencial para sistemas produtivos mais sustentáveis. Disponível também na plataforma Spotify
O Momento Tecnologia apresenta novas tecnologias desenvolvidas na Universidade de São Paulo e que são aplicadas na solução de problemas identificados nos vários segmentos da sociedade.
Episódio 03-03-2026
Momento Tecnologia #144: Derivados de eugenol para medicamentos contra a leishmaniose
Cientistas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto da USP desenvolveram um novo método de síntese de derivados do eugenol. A inovação resulta em compostos com maior estabilidade, seletividade e potencial farmacológico que podem ser de interesse para novos medicamentos, produtos de higiene, cosméticos inovadores e usos veterinários. Segundo Giuliano Clososki, professor responsável pela pesquisa, "o que nós buscamos foi fazer modificações estruturais na molécula, na estrutura do eugenol, visando ampliar, amplificar essas propriedades medicinais. A avaliação biológica dos compostos demonstrou exatamente que essa hipótese estava correta, que é possível, sim, gerar candidatos potencialmente leishmanicidas a partir dessa estratégia”. Além da atividade leishmanicida, Henrique Orenha, um dos pesquisadores envolvidos no projeto, destaca a “atividade anticâncer, antifúngica e anti-inflamatória”, e comenta seu uso na odontologia. Junto do óxido de zinco, o eugenol é usado em restaurações provisórias, forramento de cavidades e como anti-inflamatório. Clososki ainda explica que, embora muitos dos atributos do eugenol sejam conhecidos e que já existam aplicações na área da saúde, não existem medicamentos aprovados pela Anvisa baseados ou que tenham o eugenol como estrutura. “Mas existem vários estudos que indicam o potencial desses compostos como candidatos a fármacos. É exatamente dentro dessa linha que está inserida a pesquisa”, completa. Gostou do tema? Então confira essa e outras tecnologias desenvolvidas pela Universidade acessando o link jornal.usp.br/sinopses-podcasts/momento-tecnologia/ ou ouvindo pelo seu agregador de podcast de preferência.
O programa apresenta a história do forró e traz um acervo de xotes, baiões, arrasta-pés e xaxados com seus principais personagens, como Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Há espaço para novos talentos e convidados especiais num bate-papo descontraído sobre histórias deste gênero musical.
Episódio 02-03-2026
Vira e Mexe #235: Dominguinhos toca em parceria com os irmãos Ferreira
O cantor e compositor pernambucano José Domingos de Morais, o Dominguinhos (1941-2013) – um dos maiores nomes da história do forró -, teria feito 85 anos no dia 12 passado. A data está sendo lembrada neste mês pelo podcast Vira e Mexe, que nesta edição apresenta Dominguinhos tocando em parceria com os irmãos Clodô, Clésio e Climério Ferreira, trio de forrozeiros piauienses radicado em Brasília. Ouça o podcast no link acima. Nesta edição o podcast Vira e Mexe reproduz o programa Vira e Mexe, da Rádio USP (93,7 MHz), transmitido nos dias 28 de fevereiro e 2 de março de 2026. Dedicado à divulgação do forró e ritmos afins – como baião, xote, xaxado e arrasta-pé –, Vira e Mexe vai ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz) sempre aos sábados, às 11 horas, com reapresentação à 0 hora de segunda-feira, inclusive via internet, através do site da emissora. Às segundas-feiras ele é publicado em formato de podcast no site do Jornal da USP. O programa é produzido por Paulinho Rosa (edição) e Dagoberto Alves (sonoplastia). A apresentação é de Paulinho Rosa. As edições anteriores do podcast Vira e Mexe estão disponíveis neste link.
Entender o uso das palavras nos dá a compreensão daquilo que acontece ao nosso redor, e como objetos e indivíduos são nomeados, rotulados por meio das palavras e termos. O podcast - PALAVRA DA SEMANA, traz informações sobre o significado etimológico e semântico da palavra que foi destaque no Twitter e no Google durante a semana para contextualizá-la cultural e socialmente.
Episódio 20-02-2026
Palavra da Semana #141: Para além dos alimentos em conserva
A palavra em destaque esta semana é conserva, que ganhou os holofotes após uma ala da Acadêmicos de Niterói, escola de samba do Rio de Janeiro, desfilar com fantasias em formato de lata, estampando a frase: família em conserva. A imagem provocativa trouxe à tona os múltiplos sentidos do termo, que vai muito além das prateleiras do supermercado. Entre tantos significados, a professora da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP Deise Sabbag, lembra que, no dicionário, conserva pode se referir ao alimento preservado em recipientes herméticos — legumes, carnes ou frutas mantidos em salmoura, vinagre ou calda. Mas a palavra também carrega a ideia mais ampla de manter algo em bom estado. Pode designar o líquido que preserva, um navio que acompanha outro para protegê-lo, uma variedade agrícola, um termo técnico da arquitetura ou da indústria de curtumes, além de preparações farmacêuticas à base de plantas e açúcar. Em certos contextos, significa ainda companhia ou acompanhamento. A professora lembra de conservação de obras, objetos de arte, de meio ambiente e preservação de recursos. Mas, adianta também que nem tudo se refere a cuidado, preservação ou de algo necessariamente positivo. Quando o assunto é alimentação, “é preciso distinguir entre produtos processados — como milho, ervilha ou sardinha com adição de sal, óleo ou água — e os ultraprocessados, que contêm aditivos químicos, corantes, aromatizantes e outros ingredientes industriais, muitas vezes com pouco alimento de fato”. Assim, se a discussão provocada pela fantasia carnavalesca pode significar proteger, manter e guardar, Deise destaca que pode também significar enclausurar. A professora se apropria da fala da chef de cozinha Rita Lobo para afirmar que o ideal é comer comida de verdade e que talvez seja sempre necessário “pensar fora da lata”. Ouça o episódio completo no player acima.
O programa apresenta um especialista da USP para apresentar contribuições acadêmicas que tragam novas perspectivas de melhoria da qualidade de vida ou problemas sociais emergentes para os quais a Universidade trabalhe soluções. É uma produção conjunta da USP FM de Ribeirão Preto (107,9 MHz) e do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP. Apresentação: Thais Cardoso Produção: SCS e IEA - Polo Ribeirão Preto E-mail: ouvinte@usp.br Horário: quartas, às 18 horas, com reprise aos domingos, às 11h30 Duração: 30 minutos
Episódio 18-12-2025
USP Analisa #147: Retrocesso na segurança pode levar a milicianização da região amazônica, dizem especialistas
A expansão da presença de grupos criminosos na região amazônica gerou um aumento na violência entre comunidades locais. Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, apesar de haver uma redução nas mortes intencionais violentas no norte do País em 2024, os índices ainda são superiores à média nacional e às de outras três regiões brasileiras. No último episódio do USP Analisa em 2025, que vai ao ar nesta quinta (18), o coordenador do grupo de pesquisa em Criminologia Experimental e Segurança Pública do Instituto de Estudos Avançados Ribeirão Preto da USP, Eduardo Saad Diniz, e o defensor público do Estado do Amazonas, Carlos Almeida Filho, discutem os impactos disso para a população amazônica, incluindo as comunidades indígenas, que também sofrem com a ação desses grupos. Almeida destaca que, quando há a ausência do Estado, grupos paralelos acabam exercendo o monopólio da violência. “Os grupos criminais aqui decapitam e deixam muito claro àqueles que transgridem suas ordens como é que eles são punidos. Aqui em Manaus, o governo instalou uma política de segurança pública chamada Paredão de Segurança. Foram colocadas várias câmeras de segurança em alguns pontos da cidade de Manaus. Bom, o Comando Vermelho mostrou quem é quem manda. Quebrou um cara no meio e jogou dentro de uma lixeira na frente das câmeras do Paredão. O recado está dado para a população do centro, a quem eles devem obedecer”, conta o defensor. “O risco desse retrocesso é a gente chegar num movimento de milicianização da região. Esse é um estágio involutivo quase irreversível”, complementa Diniz. Sobre as populações indígenas que vivem na região, Almeida ressalta que, embora haja grande exaltação da cultura desses povos por meio de ações como o Festival de Parintins, eles são praticamente tratados como párias e não há políticas de estado voltadas à proteção e à garantia de direitos. “Os indígenas, que deveriam ser uma peça essencial no conhecimento e nas tradições e, por que não dizer, na nossa própria cultura, são mantidos somente enquanto referência folclórica. Eles sofrem tanto quanto as populações tradicionais, quanto os caboclos, quanto os ribeirinhos, com uma diferença: a eles ainda é negada a cidadania. Quem é o maior violador de direitos fundamentais dos indígenas? O Estado brasileiro como um todo” afirma. Diniz chama atenção para a negligência que as demais regiões brasileiras têm com a região amazônica, principalmente a Sudeste, embora ela seja crucial para o futuro do planeta. “Ela é origem de uma série de conflitos que acabam repercutindo sensivelmente no silenciamento e em situações de não reconhecido genocídio entre nós. Nós tanto negligenciamos essa periferia do Brasil, apesar de haver lá mais de 35 milhões de habitantes, que agora ela é pivô do discurso dos limites planetários, do discurso sobre o futuro da própria humanidade. A nossa arrogância se volta contra nós próprios agora. Ou bem a gente revê essa nossa indiferença histórica, ou paradoxalmente a gente está destruindo nossa própria existência”. O USP Analisa é quinzenal e leva ao ar pela Rádio USP às quintas-feiras, às 16h40, um pequeno trecho do podcast de mesmo nome, que pode ser acessado na íntegra nas principais plataformas de podcast. O programa é uma produção conjunta do Instituto de Estudos Avançados Polo Ribeirão Preto (IEA-RP) da USP e da Rádio USP Ribeirão Preto. Para saber mais novidades sobre o USP Analisa e outras atividades do IEA-RP, inscreva-se em nosso canal no Telegram ou em nosso grupo no Whatsapp.
Orientar a população sobre o que são fake news e como combatê-las. Esse é o objetivo principal do podcast Fake News não Pod que a Rádio USP apresenta todas as quartas-feiras, a partir das 8h05. O podcast pretende também disseminar a ciência e impedir a divulgação de informações falsas através de linguagem acessível e de forma interativa, oferecendo uma fonte segura de informação sobre diversos temas relacionados à área da saúde.
Episódio 15-10-2025
Fake News Não Pod #121: Tomar mais de uma vacina no mesmo dia é perigoso?
Neste episódio do podcast Fake News Não Pod, a cientista biomédica Beatriz Calasense desmistifica a ideia de que a administração de múltiplas vacinas no mesmo dia representa um perigo. De acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI) e o Ministério da Saúde, a vacinação conjunta não provoca efeitos adversos mais graves nem respostas imunológicas mais robustas, sendo uma prática segura e eficiente, garantindo o melhor cumprimento do calendário vacinal. Beatriz acrescenta que existem, inclusive, vacinas conjugadas que protegem contra diversas doenças em uma única injeção. A cientista aponta que, para adultos saudáveis, a vacinação conjunta é geralmente segura. No entanto, há exceções, como a recomendação de um intervalo de 30 dias quando duas vacinas contêm vírus atenuados, detalhe rigorosamente seguido nas Unidades Básicas de Saúde. Beatriz enfatiza que a segurança das vacinas é exaustivamente testada em estudos clínicos, sendo a administração conjunta uma prática consolidada globalmente que não aumenta significativamente os efeitos colaterais. Por fim, a cientista alerta para a importância de buscar informações confiáveis em sites oficiais e evitar a hesitação vacinal, protegendo a família de infecções preveníveis.
O Minuto Saúde Mental foi criado para tirar dúvidas e divulgar informações atualizadas e com sólida base científica sobre saúde e transtornos mentais em uma linguagem acessível ao maior número de pessoas possível, sem perder a objetividade e profundidade. A ideia é tratar de temas com os quais a maioria das pessoas lida de forma direta ou indireta em seu cotidiano e ajudá-las a entender o que pode estar acontecendo em seu mundo mental e a buscar ajuda adequada quando necessário. Por isso, contamos com o envio de perguntas para criar uma conversa direta e útil entre profissionais e pesquisadores da área de saúde mental e o público em geral.
Neste episódio do posdcast Minuto Saúde Mental, o professor João Paulo Machado de Sousa responde ao ouvinte que deseja saber se existe algum antidepressivo natural. Segundo o professor, muitos buscam um estilo de vida mais saudável e querem substituir medicações produzidas em laboratórios farmacêuticos por alternativas naturais. Assim, aqueles que sofrem com transtornos depressivos também buscam por possíveis antidepressivos naturais. Sousa avisa, contudo, que apesar de as universidades e centros de pesquisa estudarem diversas substâncias de origem natural e alguns mostrarem possíveis ações de melhora do humor e redução de sintomas depressivos, ainda faltam evidências para indicar um tratamento natural. A orientação, avisa o professor, "é sempre conversar com um profissional de saúde antes de iniciar qualquer tratamento". Saiba mais, ouça o podcast na íntegra no player acima.
Temas diversos no amplo campo da cultura, tratados em profundidade e a partir de seus sons. Entrevistas, documentários, reportagens, séries e ficções, estão presentes para abordar não apenas assuntos das artes como também contextos históricos, movimentos culturais e trajetórias de vida como parte da cultura. Todas as terças-feiras, às 21h, com reprise aos sábados, às 20h, na Rádio USP São Paulo, em 93,7, e em Ribeirão Preto em 107,9. Ouça também no endereço: https://jornal.usp.br/radio/ Apresentação e produção: Gustavo Xavier, Thales Figueiredo e estagiários(as) da Superintendência de Comunicação Social E-mail: ouvinte@usp.br Horário: terça às 21h, com reprise aos sábados às 20h Duração: 1 hora
Episódio 25-12-2024
USP Especiais #98: Vila Carolina – um reduto de bambas e de punks
Por mais difícil que pareça, sambistas e punks compartilham o mesmo espaço em Vila Carolina, São Paulo. Camilly Rosaboni visitou o bairro e conversou com representantes de ambas as expressões. Entre eles, o sambista Moizes Pires e o punk Ariel Uliana. Camilly conversou também com Paulo José Khoury de Andrade, que pesquisou o tema na sua dissertação de mestrado no Instituto de Estudos Brasileiros da USP. Ouça e compartilhe! _________________________________________________________ Produção, roteiro e apresentação: Camilly Rosaboni Revisão: Gustavo Xavier e Tabita Said Edição e montagem: Gustavo Xavier Composição de trilhas para marcações sonoras: Bruno Torres Nogueira
O programa Brasil Latino traz um panorama da América Latina a partir da produção acadêmica da Universidade de São Paulo e da visão de personalidades da sociedade brasileira. As entrevistas abordam temas da atualidade e da história do continente nas diferentes áreas do conhecimento, sempre com a participação de professores, pesquisadores e especialistas.
Episódio 17-12-2024
Brasil Latino: América Latina, até breve!
O Brasil Latino, um dos únicos programas - se não o único – da rádio brasileira a falar exclusivamente sobre a América Latina deixa a grade de programação da Rádio USP em 2025. Após sete anos no ar, foram mais de 400 entrevistas sobre temas que trataram de muitos temas (política, economia, cultura, arte, comportamento, psicanálise etc), sempre trazendo as cores e a diversidade latino-americanas. O ponto de partida sempre foi a produção acadêmica da Universidade de São Paulo com foco no continente latino-americano. Instâncias da USP como o Programa de Pós-graduação Integração da América Latina (PROLAM) e Instituto de Relações Internacionais (IRI) foram grandes apoiadores do projeto desde o início, em maio de 2017. Muita coisa é feita na USP sobre a América Latina e, certamente, continuará sendo feita, o que não permite que os espaços de divulgação se fechem. Pelo contrário. Seguirão abertos em novas formas e conteúdo, o que sempre é bom. Por isso, o Brasil Latino fez o seu caminho com sucesso e deixa sua marca na trajetória da Rádio USP. Como idealizador e apresentador do programa, registro aqui minha gratidão a todos aqueles que participaram dessa jornada e deixo meu até breve, América Latina!
O programa tem a proposta de mostrar a riqueza da Música Popular Brasileira de qualidade, quer seja a de ontem, quer seja a de hoje, enfatizando o talento de nossos autores e de nossos intérpretes.
Episódio 29-02-2024
Olhar Brasileiro #141: Há 18 anos ia ao ar o primeiro programa, totalmente dedicado à música popular brasileira
“Por uma razão particularmente especial, o programa de hoje apresentará composições da música popular brasileira do ano de 2006; ou seja, há 18 anos”, afirma o pesquisador Omar Jubran no podcast Olhar Brasileiro. Jubran conta que “foi no ano de 2006 que, entre outros acontecimentos, se deu a edição da 19ª Bienal do Livro de São Paulo. No mesmo ano foi sancionada a Lei Maria da Penha, que aumentava o rigor nas punições das agressões contra a mulher. Na música, Chico Buarque lançava seu novo trabalho Carioca e, Ivan Lins o álbum Acariocando”. E, entre outros momentos marcantes desse ano, mais álbuns eram lançados há 18 anos, como por exemplo, os álbuns de Leny Andrade, Joyce Moreno e Virgínia Rosa. “A razão de este Programa ter sido especial, levando ao ar composições de 2006, é que foi justamente nesse ano, que o Olhar Brasileiro foi ao ar pela primeira vez pela Rede USP de Rádio. E hoje, quando o programa completa 18 anos, portanto a maioridade, vem o momento que todos nós sabíamos que, um dia, iria chegar. E já com um gosto de saudade, anuncio que este foi o último programa Olhar Brasileiro”, se despede Jubran, seguida da música que foi tema do programa desde seu início: Confiança, de autoria de Edemir Antônio de Oliveira, artisticamente, Antônio Mineiro, com ele ao violão, Sumé à flauta e Nico Rezende aos teclados. Para quem quiser fazer algum comentário ou se despedir, pode mandar um e-mail para ouvinte@usp.br ou para a produção do programa olharbrasileiro@uol.com.br. Ouça o podcast nos links acima. Este podcast reproduz o programa Olhar Brasileiro foi ao ar pela Rádio USP (93,7 MHz), no dia 25 de fevereiro de 2024. Dedicado à divulgação da música popular brasileira, Olhar Brasileiro vai ao ar sempre aos domingos, às 10 horas, com reapresentação na terça-feira, à 0 hora, inclusive via internet, através do site da emissora. Às quintas-feiras ele é publicado em formato de podcast no Jornal da USP. O programa é produzido e apresentado pelo pesquisador Omar Jubran. As edições anteriores de Olhar Brasileiro estão disponíveis neste link.
Um podcast sobre a cidade de São Paulo, seus problemas, seus avanços e seu futuro. Entrevistas quinzenais com especialistas que respondem perguntas e sugerem soluções para a cidade.
Episódio 17-11-2023
Momento Cidade #90: Qual é a importância dos serviços de assistência na redução da pobreza urbana?
Para entender como os serviços de assistência social são cruciais para distribuir recursos e auxiliar comunidades inteiras a se integrarem à cidade, o Momento Cidade desta semana conversa com o pesquisador Djonathan Gomes Ribeiro, autor da dissertação Pobreza e sustentabilidade ambiental em área urbana: um estudo sobre o município de Santos (SP), orientada pela professora Maria da Penha Costa Vasconcellos e defendida na Faculdade de Saúde Pública (FSP) da USP. A dissertação completa pode ser acessada neste link. Ouça o podcast na íntegra no player acima. Siga no Spotify, no Apple Podcasts ou no seu aplicativo de podcast favorito. Ficha técnica Reportagem e Produção: Denis Pacheco Edição de Som: Mariana Franco e Guilherme Fiorentini Composição Musical: André Leite, Bruno Torres Nogueira e Lívia Pegoraro
Os principais temas da atualidade em debate com dois especialistas da Universidade de São Paulo.
Episódio 19-07-2023
Desafios #24 – A permanência estudantil na USP
No episódio do programa Desafios, Luiz Roberto Serrano discutiu a permanência estudantil na USP. Neste ano foram contemplados cerca de 15 mil estudantes de graduação e pós-graduação na Universidade e o objetivo do programa, que teve mudanças em 2023, é propiciar melhores condições para que os estudantes possam realizar a totalidade do curso com dignidade e diminuir a evasão causada, entre outras, pelas dificuldades econômicas. Luiz Roberto Serrano, jornalista e coordenador editorial do Jornal da USP, conversa com a professora Ana Lúcia Duarte Lanna, pró-reitora de Inclusão e Pertencimento da USP, sobre os novos planos para os próximos anos buscando dirimir as dificuldades dos alunos com necessidades socioeconômicas com moradia, alimentação, entre outros.
Descobertas científicas, resultados de pesquisas, assuntos do momento e debates que chacoalham o mundo da ciência. O podcast é uma produção da editoria de Ciências do Jornal da USP.
Episódio 30-05-2023
Ciência USP #43: Aglomerados de tempestade na Amazônia
As tempestades se formam quando há umidade e energia suficientes na atmosfera. No caso das tempestades chamadas de sistemas convectivos de mesoescala, elas são grandes e duradouras, podendo se estender por muitos quilômetros. Recentemente, um novo estudo, publicado na revista Climate Dynamics, mostrou que essas tempestades representam 40% da chuva na Amazônia. No entanto, dados sugerem que mudanças climáticas estão reduzindo a ocorrência desse tipo de evento climático na região. Para explicar como o trabalho foi realizado, o repórter Guilherme Castro Sousa conversou com a pesquisadora Amanda Rêhbéin, autora principal do artigo. Ela é pós-doutoranda no Departamento de Ciências Atmosféricas do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP Para saber mais, acesse a matéria Aglomerados de tempestades vêm diminuindo na Amazônia, aponta estudo. Ficha técnica Reportagem: Guilherme Castro Sousa Produção e Edição de Som: Denis Pacheco
Aqui, você encontrará um portfólio de projetos comerciais publicados pelos veículos da indústria do conteúdo de áudio. Este é o marketplace de oportunidades para as marcas criarem parcerias em eventos, datas comemorativas, programas especiais e de linha.
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